Enviado em: sexta-feira, 13 de setembro de 2019
Uma Reflexão sobre o exercício da Nova Liderança através da capacidade de Liderar conduzindo o jogo das emoções
De todas as formas de Talento, a capacidade de liderar, de compelir outros seres humanos a lhe seguirem, é a mais misteriosa e profunda, em uma sociedade complexa como a nossa. Um talento diferente vem ao primeiro plano, o talento de liderança.
Na história humana, o talento de liderança tem tido o maior impacto sobre o destino de outros e sobre o sucesso pessoal. A relação estreita entre auto liderança e liderança passa pelo talento e capacidade de conduzir as emoções, próprias e de outros. É um discernimento além do autocontrole. Por isso, os conceitos de neurociências cognitivas entraram no mundo empresarial, em busca de resultados inovadores, alinhando sentido, engajamento humano e lucro.
Motivação, impulso, previsão e visão clara das metas de uma pessoa – seja na vida profissional ou pessoal – são centrais para o sucesso em qualquer percurso da vida. Como exercer a liderança, envolvendo e controlando todos esses pré requisitos, com maestria e certeza de resultados? Como líderes atuam utilizando-se da sua autoconsciência e consciência dos outros?
Conforme o valor de choque e novidade, um novo foco emerge. Declarada pelo National Institutes of Health, como sendo a década do cérebro, na sociedade da automação. A cognição humana é progressiva, mais favorável a ação do que a reação. É movida por objetivos, planos, aspirações, ambições e sonhos, e tudo isso, pertence ao futuro e não ao passado.
Essa é a prática da Nova Liderança, desenvolver processos mentais com potenciais de ação centrada no todo, e não apenas na formação de objetivos, que refere-se a “eu preciso” e não a “isto é”, sendo os fatores responsáveis pelo sucesso ou o fracasso de nossas ações em relação aos nossos objetivos pessoais e organizacionais.
Lideramos emoções, através das pessoas.
Fonte: O Cérebro Executivo. Elkhonon Goldberg