Enviado em: sexta-feira, 30 de agosto de 2019
Segundo pesquisa feita pela Delloitte, sobre Tendências Globais de Capital Humano, os empregos tendem a durar apenas 4,5 anos e suas habilidades têm vida útil de apenas 5 anos. Os profissionais precisam ser protagonistas de suas carreiras e terem um processo contínuo de aprendizado. Esta percepção traz motivação e propósito, tornando o aprendizado mais efetivo.
A partir da análise feita, podemos constatar que o grande foco é o empregado. As organizações passaram a perceber quão importante é cuidar de todas as etapas do colaborador, desde o recrutamento e seleção, passando por treinamento e aprendizagem até a análise constante de satisfação e desempenho.
Percebe-se que a empresa tem muito mais a ganhar com a troca livre de informações, a construção coletiva e o social learning, do que com hierarquização da comunicação.
A demanda pela aprendizagem permanente se intensificou no mercado, desde as novas teorias gerenciais, que discorrem sobre clima organizacional com base no conhecimento, o comportamento econômico e a teoria econômica da evolução, aprendizagem e dinâmica econômica, bem como a cultura empresarial orientada para a aprendizagem. Considerando, nessa visão, que o mercado atual é uma grande máquina cognitiva, geradora de conhecimentos.